Essa
notícia foi tirada de 2, dentre vários, sites de notícias. O trabalho foi
submetido à revista Nature para a publicação em 2012, mas só foi aceito pela
revista há um mês, sendo que passou um ano em revisão. Foi liderada pela
pesquisadora Jeanne Lawrence na Faculdade de Medicina da Universidade de Mussachusetts. Essa notícia pode causar um impacto, nem tanto, na sociedade devido à utilização de células-tronco para essa técnica. Segundo a fonte de notícia, diz que foi utilizado células-tronco de pluripotência reduzida (iPS) de um paciente com Síndrome de Down.
Mas,
o que causaria desconforto ainda maior seria a utilização de células-tronco
embrionária, já que nesse caso, estaria prejudicando de forma letal a vida de
um ser. A iPS pode ser retirada de qualquer parte do corpo do paciente,
contando que seja autorizado.Entretanto
isso pode ser considerado um marco na história de ciência. É claro, que nem
tudo está perfeito. “Desligar” o cromossomo extra, não significa a cura.
Talvez, isso possa parecer impossível já que os “efeitos da trissomia do
cromossomo 21 acontecem desde o desenvolvimento embrionário, e isso é
impossível reverter”, explica Maria Isabel, da Universidade Federal de São
Paulo. Como
é “quase” impossível achar a cura, então os cientistas pensaram nessa possível técnica
(desligamento a partir da ingestão de uma cópia do gene XIST) evitar alguns
efeitos contrários da síndrome tais como problemas neurológicos e
hematológicos. E também, essa técnica será uma ferramenta de pesquisa para o
entendimento de outras alterações cromossômicas como as trissomias dos
cromossomos 13 e 18, os quais são letais nos primeiros anos de vida.Segundo
a pesquisadora Lucy Raymond, do departamento de medicina genética da
Universidade de Cambridge, diz que ainda é muito cedo para falar em
desdobramentos concretos, ainda está num estágio celular preliminar. Porém,
com essa descoberta, podemos perceber que muitas pessoas portadoras dessa
síndrome e até mesmo os responsáveis por elas, poderão ser beneficiados. Sem
falar que poderá cair o índice de diagnósticos de mal de Alzheimer, problemas
cardíacos e entre outras consequências que estão, de forma, relacionadas com a
síndrome de Down.Portanto,
essa descoberta poderá beneficiar várias pessoas, mesmo que não seja de modo
repentino, mas em forma de terapias, medicamentos. Como tudo isso, a esperança
pode aumentar e certos preconceitos podem acabar.
Texto formatado a partir das fontes:
BBC News, acessado no dia 13 de agosto de 2013.Estadão, acessado no dia 01 de julho de 2013
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| Fonte: http://www.clinicaprogenese.com.br |
Escrito por Luana da Silva Nonato (Graduanda de Ciências Biológicas)
Texto formatado a partir das fontes:
BBC News, acessado no dia 13 de agosto de 2013.Estadão, acessado no dia 01 de julho de 2013

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